terça-feira, 23 de outubro de 2012
LEITOR RECLAMA DE ÔNIBUS DA TURISMO TRANS1000
"Embarquei no dia de ontem (23/10) às 5:20h no ônibus da linha 005 (Mesquita x Praça Mauá) da empresa Trans1000, número de ordem RJ 148.034 e me acomodei num dos bancos da frente do veículo. Notei que o ônibus começou a dar problemas no motor a partir do bairro BNH (Mesquita) e ao entrar na Rodovia Presidente Dutra e ainda na Av. Brasil, o ônibus foi se arrastando. Subiu o viaduto de Parada de Lucas bem devagarinho, atrasando todo mundo, já que estava retendo o tráfego. Os demais veículos iam cortando o ônibus com seus motoristas xingando o motorista, como se este tivesse culpa do "lixo" que ele estava dirigindo.
Mais a frente o motor do ônibus parece que conseguiu embalar e estava lá na sua velocidade máxima de 60 Km, pois se arrastava e atrás dele uma longa fila de ônibus e eis que um automóvel modelo Volkswagen Gol de cor prata, resolveu entrar irregularmente na seletiva a uns 100 metros a frente e eis que o motorista do ônibus resolve acionar o freio e para surpresa e desespero dele e dos passageiros, não funcionou. Desesperado o motorista do Gol tentou tirar o carro da frente do ônibus mas não teve jeito, tomou uma boa pancada e como estava todo errado na seletiva, foi embora.
Independente de o carro estar errado na seletiva, a falha no freio do ônibus é mais uma prova das péssimas condições em que trafegam os ônibus da empresa Trans1000. Será que vão esperar acontecer mortes para tomarem alguma providência? Esses veículos desta empresa vai matar uma ou mais pessoas e não vai demorar muito".
José Fernandes, Centro
sábado, 20 de outubro de 2012
TRANSMIL APARECE EM REPORTAGEM SOBRE CRACOLÂNDIA NA TV
Pode parecer coincidência, mas também não deixa de soar uma ironia. Um ônibus da Transmil foi focalizado pelo jornalista de imagem da Rede Globo, o cinegrafista Carlos Trinta, numa reportagem sobre um novo reduto de viciados em crack, depois que eles foram desalojados de outra cracolândia nas proximidades da Av. Dom Hélder Câmara, no Jacaré, no Rio de Janeiro.
A nova cracolândia se instalou em Bonsucesso, na altura do viaduto Brigadeiro Trompowsky, e na reportagem, transmitida no Bom Dia Brasil do último dia 16, um ônibus da Turismo Trans1000 passou justamente quando o cinegrafista focalizou uma calçada onde estavam viciados em crack.
Seria isso uma mensagem subliminar? O cinegrafista já sabe da má reputação da Transmil? Se for apenas coincidência, isso não deixa de ser interessante, porque o ônibus da Transmil foi justamente focalizado numa reportagem sobre a cracolândia.
Não deixa de ser tudo a ver, vide a qualidade da frota da Transmil...
A nova cracolândia se instalou em Bonsucesso, na altura do viaduto Brigadeiro Trompowsky, e na reportagem, transmitida no Bom Dia Brasil do último dia 16, um ônibus da Turismo Trans1000 passou justamente quando o cinegrafista focalizou uma calçada onde estavam viciados em crack.
Seria isso uma mensagem subliminar? O cinegrafista já sabe da má reputação da Transmil? Se for apenas coincidência, isso não deixa de ser interessante, porque o ônibus da Transmil foi justamente focalizado numa reportagem sobre a cracolândia.
Não deixa de ser tudo a ver, vide a qualidade da frota da Transmil...
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
TRANSMIL REDUZ FROTA E LINHAS PARA PAGAR DESPESAS
A Turismo Trans1000, aproveitando a desativação de dois terminais de ônibus, o terminal Arquiteto Marlo Costa e Souza, na Pavuna, e General Américo Fontenelle, na Praça Mauá, ambos no Rio de Janeiro, resolveu reduzir frota e linhas.
As linhas 005 Mesquita / Praça Mauá e 651 Mesquita / Pavuna foram desativadas provisoriamente, enquanto seus trajetos são em parte cobertos pelas linhas 478 Mesquita / Central e 481 Mesquita / Melhoral.
Com isso, a Transmil aproveitou também para vender parte de sua frota, que inclui vários carros com ar condicionado, já com cerca de oito anos de fabricação.
Outros carros sem ar condicionado, como vários do modelo CAIO Apache VIP I, Marcopolo Viale I e Neobus Mega III, também já foram vendidos.
Um deles aparece nesta foto ao lado, tendo sido adquirido pelo São Gonçalo Esporte Clube, como transporte de esportistas e alunos.
Com isso, a Turismo Trans1000, que está praticamente à beira da falência, com vários processos trabalhistas em andamento, tenta pelo menos pagar algumas dívidas. A situação da empresa está delicada demais para qualquer volta por cima, mas o futuro das linhas desativadas ainda é um mistério.
USO ILEGAL DAS LINHAS - A Transmil, no entanto, reativa ou desativa linhas como quer. Nos fins de semana e feriados, a linha 005 chega a sair de circulação em certos horários, enquanto a linha 131 Nilópolis / Praça Mauá ganha um percurso extra, via Mesquita e passando por seu bairro Banco de Areia.
Dependendo da situação da Transmil, linhas são extintas, criadas ou recriadas tão somente pelo critério da empresa, sem qualquer supervisão do DETRO, o que consiste numa atitude ilegal, própria de uma empresa decadente.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A TRAJETÓRIA SOMBRIA DA TRANSMIL
NOTA: Quem estranha esta foto, é bom deixar claro que a revista Veja se encontra em igual decadência em relação à Transmil, daí a capa irônica que simula um elogio da revista à empresa.
A TRAJETÓRIA SOMBRIA DA TRANSMIL
Por Alexandre Figueiredo - Blogue Mingau de Aço
Moradores de Mesquita e Nilópolis, na Baixada Fluminense, vivem um drama interminável na hora de se deslocarem para o Rio de Janeiro ou de lá voltassem para suas cidades. Dependem unicamente de uma empresa que insiste em manter-se em circulação, mesmo com um péssimo serviço e uma frota velha e sucateada, apenas eventualmente reparada pelo esforço corajoso de funcionários mal-remunerados que tentam oferecer alguma dignidade para uma empresa mal-administrada.
Embora se diga que a Turismo Trans1000 Ltda., o nome jurídico de tal empresa, vive "sérios problemas financeiros", a empresa, na verdade, segue o mesmo gênero, de matizes tragicômicas, da "empresa pobre de empresários ricos". Mas isso, no caso da empresa sediada em Mesquita, esconde uma trajetória que inclui até mesmo uma tragédia.
Depois que a Turismo Transmil, que surgiu em 1981 de um desmembramento da antiga Transa - empresa que, mudando o registro do DETRO, migrou para Três Rios e é melhor administrada - , deixou de fazer parte do grupo Guanabara (do empresário Jacob Barata), a empresa ficou com quatro sócios.
O problema é que, em 19 de março de 2009, um deles, Luís Carlos Duarte Batista, o Carlinhos da Tinguá, foi assassinado num crime político. Ele era ligado tanto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, quanto à política da Baixada Fluminense e até hoje os motivos do crime não foram ainda esclarecidos, embora alguns suspeitos tenham sido presos em maio de 2011.
A decadência da empresa se deu quando a última renovação de frota com carros vindos de fábrica foi em 2007, e mesmo assim com o tipo "midibus", ônibus de porte médio, mais baratos no mercado. Depois a empresa passou a substituir as frotas não mais com carros inéditos, e nem sequer com carros de segunda mão, mas com carros de terceira mão, geralmente de empresas cariocas ou de São Gonçalo que já integravam frotas de outras empresas da Baixada Fluminense.
Outras irregularidades também vieram à tona, como descumprimento de encargos trabalhistas, problemas nos registros de cada ônibus da frota - alguns circularam com problemas na documentação, e até mantendo a chapa com o crédito da cidade do Rio de Janeiro, correspondente ao da empresa anterior do veículo - e a demora na espera de um ônibus.
O DETRO, entidade ligada ao governo fluminense que se responsabiliza pelo transporte intermunicipal, se limita a apreender os ônibus e depois liberá-los. Mas em vez de impor sanções ou qualquer tipo de punição à empresa, fora as multas, ela é poupada, enquanto passageiros utilizam os ônibus da Transmil temendo por sua segurança.
Afinal, os ônibus rodam em alta velocidade com pneus carecas e parafusos quase soltos, indicados pelo fato de que os ônibus "sacolejam" pelas estradas enquanto correm. Num incidente, um ônibus da Transmil teve um dos pneus soltos num trecho da Av. Brasil. Em outro incidente, um ônibus circulou com problemas no freio, condição potencial para um trágico acidente.
Na melhor das hipóteses, o que ocorre é o enguiçamento do motor. Não há tragédia nem feridos, mas os passageiros se atrasam em seus compromissos, o que pode causar problemas na chegada ao trabalho, e muitos moradores de Nilópolis e Mesquita trabalham no Rio de Janeiro, e é difícil, num mercado instável que é o brasileiro, ser exemplar na sua profissão, porque apenas cumprir o horário não é suficiente para o patrão confiar no seu subordinado.
FÃ-CLUBE ESTRANHO
Além da estranha persistência de uma empresa cheia de irregularidades, cuja permanência na operação de suas linhas não é garantia de que a empresa vá sanar as supostas dificuldades financeiras - que, provavelmente, são resultantes da incompetência e improbidade administrativas de seus donos - , há o estranho fã-clube de uma minoria barulhenta de busólogos, fato compreensível apenas pelo contexto da atual busologia do Rio de Janeiro, que vive uma crise, tomada de uma minoria arrogante e caluniadora que defende medidas antipopulares e está movida por politicagem.
São busólogos que se irritam quando surge alguma campanha pelo fim da Turismo Transmil. Eles tentam dizer que "também entendem" os sofrimentos dos passageiros, mas mostram um nervosismo quando alguém diz que a Transmil deveria ter sido extinta faz tempo.
Fazem argumentações surreais. "A Transmil está com dificuldades...", é a mais comum. Mas, independente de quem torce ou não pela Transmil, o que se vê são boatos dos mais diversos tipos, desde informações sobre a suposta transferência de linhas como 003 e 005, que ligam Nilópolis e Mesquita, respectivamente, para o Rio de Janeiro, para outras empresas da Baixada Fluminense.
Uns chegam mesmo a dizer que a Transmil é "uma das melhores empresas da Baixada". Outros tentam fazer comentários invejosos contra empresas dotadas de frota de qualidade, como a Transportes Blanco e a Viação Caravele. Mas tudo o que se fala da Transmil não passa de "rádio-leão" - adaptação do termo sindical "rádio-peão", que significa "boato", na gíria busóloga - , e a empresa fica na mesma.
POLITICAGEM E PROMESSAS DE LICITAÇÃO
O problema mais grave é a politicagem que está em torno da Transmil, cujas irregularidades chegaram ao conhecimento da ALERJ. Um político do PP chegou mesmo a pegar carona na revolta da população de Nilópolis e cobrou do governo do Estado do Rio de Janeiro, meses atrás, alguma medida contra a deficitária empresa.
Aparentemente, o governador Sérgio Cabral Filho concordou com as denúncias e prometeu licitar as linhas que ligam a Baixada Fluminense e o Rio de Janeiro. Mas, além da promessa da adoção de uma padronização visual - praga que já incomoda os passageiros que usam as linhas municipais do Rio de Janeiro e Niterói - , a licitação pode fazer com a Transmil assim como a de Eduardo Paes fez com algumas empresas deficitárias.
Em outras palavras, a Transmil pode reassumir as mesmas linhas sob um outro nome. Ela poderá fazer alguns paliativos para fingir que "é uma empresa melhor", e, através da camisa de força de consórcios, poderá arrancar da empresa líder alguns carros semi-novos para dizer que "está renovando as frotas", carros que mais tarde ficarão sucateados por "falta de dinheiro" (a grana vai para os bolsos dos donos).
E, para piorar, será terrível ver a Transmil, na camuflagem visual do sistema Baixada X Rio, ter as mesmas cores da Flores, Mageli, Evanil, Caravele e Blanco. Isso será um grande desastre. E os passageiros serão mais uma vez tapeados. E, mesmo com um outro nome (ou seria pseudônimo?), a Transmil seguirá sua trajetória sombria maltratando os passageiros que só dependem dela para irem e virem no trajeto de Mesquita e Nilópolis (além de uma linha de Nova Iguaçu) para o Rio, rezando para que pelo menos voltem sãos, salvos e com o emprego mantido.
A TRAJETÓRIA SOMBRIA DA TRANSMIL
Por Alexandre Figueiredo - Blogue Mingau de Aço
Moradores de Mesquita e Nilópolis, na Baixada Fluminense, vivem um drama interminável na hora de se deslocarem para o Rio de Janeiro ou de lá voltassem para suas cidades. Dependem unicamente de uma empresa que insiste em manter-se em circulação, mesmo com um péssimo serviço e uma frota velha e sucateada, apenas eventualmente reparada pelo esforço corajoso de funcionários mal-remunerados que tentam oferecer alguma dignidade para uma empresa mal-administrada.
Embora se diga que a Turismo Trans1000 Ltda., o nome jurídico de tal empresa, vive "sérios problemas financeiros", a empresa, na verdade, segue o mesmo gênero, de matizes tragicômicas, da "empresa pobre de empresários ricos". Mas isso, no caso da empresa sediada em Mesquita, esconde uma trajetória que inclui até mesmo uma tragédia.
Depois que a Turismo Transmil, que surgiu em 1981 de um desmembramento da antiga Transa - empresa que, mudando o registro do DETRO, migrou para Três Rios e é melhor administrada - , deixou de fazer parte do grupo Guanabara (do empresário Jacob Barata), a empresa ficou com quatro sócios.
O problema é que, em 19 de março de 2009, um deles, Luís Carlos Duarte Batista, o Carlinhos da Tinguá, foi assassinado num crime político. Ele era ligado tanto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, quanto à política da Baixada Fluminense e até hoje os motivos do crime não foram ainda esclarecidos, embora alguns suspeitos tenham sido presos em maio de 2011.
A decadência da empresa se deu quando a última renovação de frota com carros vindos de fábrica foi em 2007, e mesmo assim com o tipo "midibus", ônibus de porte médio, mais baratos no mercado. Depois a empresa passou a substituir as frotas não mais com carros inéditos, e nem sequer com carros de segunda mão, mas com carros de terceira mão, geralmente de empresas cariocas ou de São Gonçalo que já integravam frotas de outras empresas da Baixada Fluminense.
Outras irregularidades também vieram à tona, como descumprimento de encargos trabalhistas, problemas nos registros de cada ônibus da frota - alguns circularam com problemas na documentação, e até mantendo a chapa com o crédito da cidade do Rio de Janeiro, correspondente ao da empresa anterior do veículo - e a demora na espera de um ônibus.
O DETRO, entidade ligada ao governo fluminense que se responsabiliza pelo transporte intermunicipal, se limita a apreender os ônibus e depois liberá-los. Mas em vez de impor sanções ou qualquer tipo de punição à empresa, fora as multas, ela é poupada, enquanto passageiros utilizam os ônibus da Transmil temendo por sua segurança.
Afinal, os ônibus rodam em alta velocidade com pneus carecas e parafusos quase soltos, indicados pelo fato de que os ônibus "sacolejam" pelas estradas enquanto correm. Num incidente, um ônibus da Transmil teve um dos pneus soltos num trecho da Av. Brasil. Em outro incidente, um ônibus circulou com problemas no freio, condição potencial para um trágico acidente.
Na melhor das hipóteses, o que ocorre é o enguiçamento do motor. Não há tragédia nem feridos, mas os passageiros se atrasam em seus compromissos, o que pode causar problemas na chegada ao trabalho, e muitos moradores de Nilópolis e Mesquita trabalham no Rio de Janeiro, e é difícil, num mercado instável que é o brasileiro, ser exemplar na sua profissão, porque apenas cumprir o horário não é suficiente para o patrão confiar no seu subordinado.
FÃ-CLUBE ESTRANHO
Além da estranha persistência de uma empresa cheia de irregularidades, cuja permanência na operação de suas linhas não é garantia de que a empresa vá sanar as supostas dificuldades financeiras - que, provavelmente, são resultantes da incompetência e improbidade administrativas de seus donos - , há o estranho fã-clube de uma minoria barulhenta de busólogos, fato compreensível apenas pelo contexto da atual busologia do Rio de Janeiro, que vive uma crise, tomada de uma minoria arrogante e caluniadora que defende medidas antipopulares e está movida por politicagem.
São busólogos que se irritam quando surge alguma campanha pelo fim da Turismo Transmil. Eles tentam dizer que "também entendem" os sofrimentos dos passageiros, mas mostram um nervosismo quando alguém diz que a Transmil deveria ter sido extinta faz tempo.
Fazem argumentações surreais. "A Transmil está com dificuldades...", é a mais comum. Mas, independente de quem torce ou não pela Transmil, o que se vê são boatos dos mais diversos tipos, desde informações sobre a suposta transferência de linhas como 003 e 005, que ligam Nilópolis e Mesquita, respectivamente, para o Rio de Janeiro, para outras empresas da Baixada Fluminense.
Uns chegam mesmo a dizer que a Transmil é "uma das melhores empresas da Baixada". Outros tentam fazer comentários invejosos contra empresas dotadas de frota de qualidade, como a Transportes Blanco e a Viação Caravele. Mas tudo o que se fala da Transmil não passa de "rádio-leão" - adaptação do termo sindical "rádio-peão", que significa "boato", na gíria busóloga - , e a empresa fica na mesma.
POLITICAGEM E PROMESSAS DE LICITAÇÃO
O problema mais grave é a politicagem que está em torno da Transmil, cujas irregularidades chegaram ao conhecimento da ALERJ. Um político do PP chegou mesmo a pegar carona na revolta da população de Nilópolis e cobrou do governo do Estado do Rio de Janeiro, meses atrás, alguma medida contra a deficitária empresa.
Aparentemente, o governador Sérgio Cabral Filho concordou com as denúncias e prometeu licitar as linhas que ligam a Baixada Fluminense e o Rio de Janeiro. Mas, além da promessa da adoção de uma padronização visual - praga que já incomoda os passageiros que usam as linhas municipais do Rio de Janeiro e Niterói - , a licitação pode fazer com a Transmil assim como a de Eduardo Paes fez com algumas empresas deficitárias.
Em outras palavras, a Transmil pode reassumir as mesmas linhas sob um outro nome. Ela poderá fazer alguns paliativos para fingir que "é uma empresa melhor", e, através da camisa de força de consórcios, poderá arrancar da empresa líder alguns carros semi-novos para dizer que "está renovando as frotas", carros que mais tarde ficarão sucateados por "falta de dinheiro" (a grana vai para os bolsos dos donos).
E, para piorar, será terrível ver a Transmil, na camuflagem visual do sistema Baixada X Rio, ter as mesmas cores da Flores, Mageli, Evanil, Caravele e Blanco. Isso será um grande desastre. E os passageiros serão mais uma vez tapeados. E, mesmo com um outro nome (ou seria pseudônimo?), a Transmil seguirá sua trajetória sombria maltratando os passageiros que só dependem dela para irem e virem no trajeto de Mesquita e Nilópolis (além de uma linha de Nova Iguaçu) para o Rio, rezando para que pelo menos voltem sãos, salvos e com o emprego mantido.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
ÔNIBUS DA TRANSMIL ENGUIÇA NA AV. BRASIL
COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Victor Maia, um dos moradores de Nilópolis que se complica no direito de ir e vir por conta dos ônibus sucateados da Transmil, não aguentou tanto transtorno e resolveu aproveitar uma dessas situações para registrar sua queixa, fotografando o ônibus enguiçado e conversando com outros passageiros. O que mostra a gravidade da situação dessa empresa, controlada por "peixes grandes" que mantém um péssimo serviço e uma frota velha.
ÔNIBUS DA TRANSMIL ENGUIÇA NA AV. BRASIL
Por Victor Maia - morador do Centro de Nilópolis
No último dia 06, a empresa Trans1000 deixou seus passageiros na mão mais uma vez. Ainda em Anchieta, um ônibus da linha 003 (Nilópolis x Passeio) apresentou problemas que impediram o resto da viagem. Depois de esperar alguns minutos, veio outro ônibus para dar prosseguimento à viagem. Porém, ao contrário do que a empresa afirmou, o ônibus já chegou cheio, o que fez com que nós fôssemos até o Centro em pé. O fato é que paguei R$ 5,95 para chegar ao meu compromisso com 1h40min de atraso depois de passar mais de uma hora em pé preso em um engarrafamento na Av. Brasil.
Outro fato: Conversando com passageiros, descobri que o ônibus no qual eu estava não foi o único a ter problemas hoje. Portanto, apenas hoje pela manhã, houve dois ônibus da mesma linha parados. Além disso, o assento no qual sentei estava molhado porque o aparelho de ar-condicionado estava pingando. Está mais que na hora desse problema ser resolvido. A população já não aguenta mais!
terça-feira, 31 de julho de 2012
EVANIL TRANSPORTES E TURISMO LTDA.
Na nossa corrente para frente para a saída da Transmil, vamos mostrar aqui as duas linhas 127 e 131, que ligam Nilópolis à Central, com ônibus da Evanil, que também são antigos mas são muito bem conservados e aqui aparecem num contexto de emergência imaginado quando da transferência imediata das linhas. Nas duas fotos, coloquei como exemplo o mesmo carro RJ 132.054, como se ele tivesse circulado em diferentes linhas em dias diferentes.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
TRANSMIL TEM CARRO MAIS NOVO QUE CARAVELLE. SÓ QUE ESTA CONSERVA MELHOR
Note essa foto, tirada na Av. Brasil, no Rio de Janeiro. São dois ônibus da Baixada Fluminense, um da nossa "querida e amada" Turismo Trans1000, outro da Viação Caravelle, tão odiada por certos busólogos chapa-brancas, desses que põem a mão no fogo nos políticos de plantão.
Ambas as empresas contam com CAIO Apache VIP I, mas a Transmil aparece com uma variação mais recente, STD, que tem janelas mais compridas, lançado a partir de 2005. Já a Caravelle aparece com um lote mais antigo, provavelmente de 2004.
No entanto, vejam a grande diferença. A Caravelle mostra um ônibus bem conservado, brilhando, rodando que é uma beleza. Quem passa pessoalmente pela Av. Brasil sabe que um ônibus desses raramente roda com defeito, e nunca é posto em circulação sacolejando feito caminhão de entulho.
Já o da Transmil, que tristeza! O ônibus está sujo, mal conservado e quem o vê pessoalmente sabe que o ônibus quando corre sacoleja muito, como se os parafusos se soltassem a qualquer momento, e, o que é pior, com sério risco de alguma roda se largar do ônibus e sair por aí saltitante pela avenida.
Não adianta a Transmil ter ônibus relativamente menos velhos que os de outras empresas, se estas é que cuidam melhor dos seus carros. Mais uma nota zero para a Transmil.
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